sábado, 2 de junho de 2012

GOLPE DA CARTEIRA DE ESTUDANTE

CORREIO DO POVO 02/06/2012 09:35

Dupla que aplicou golpe em mais de 10 mil estudantes é detida em Minas Gerais


Homens se passavam por representantes da UNE e venderam carteiras falsas a alunos gaúchos


Dois homens foram presos acusados de aplicarem golpes em mais de 10 mil estudantes de escolas do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. Segundo o jornal Hoje em Dia, os suspeitos se passavam por representantes da União Nacional dos Estudantes (UNE) e recolhiam documentos e dinheiro de alunos de escolas públicas, prometendo confeccionarem carteiras de estudante. Eles foram detidos em Patrocínio, no Sul de Minas Gerais.

Conforme o comandante do 46º Batalhão da Polícia Militar (PM), major Jarbas de Souza, dois homens chegaram em Patrocínio na terça-feira se apresentando como representantes da UNE. Eles foram a uma escola e apresentaram um documento falso da Secretaria Estadual de Educação indicando que ambos poderiam cadastrar os alunos na entidade. Desconfiado, o superintendente de ensino do município acionou a polícia.

Dionatham Dorneles, de 28 anos, e José Bruno Fernandes de Abreu, de 23, permanecem presos na Penitenciária de Patrocínio. Há mais de 40 dias eles eram procurados pela polícia. "Eles iam até escolas públicas e cobravam R$ 8 em dinheiro para cada aluno que desejasse adquirir a carteirinha. Só em uma escola de Patrocínio, eles já haviam aplicado o golpe em 90 estudantes", revelou Souza.

quarta-feira, 18 de abril de 2012

EMPRESAS DE FACHADA

FRAUDE DESFEITA. Grupo utilizava empresas de fachada para dar golpe. Conforme investigação, quadrilha de estelionatários teria lesado fornecedores de quatro Estados - ZERO HORA 18/04/2012

A Polícia Civil desarticulou uma quadrilha de estelionatários que teria lesado, nos últimos quatro meses, empresas de quatro Estados. O bando teria causado um prejuízo de quase R$ 1 milhão aos fornecedores. Na manhã de ontem, agentes cumpriram mandados de busca e apreensão nos municípios de Farroupilha e Erval Grande.

A investigação se iniciou em Santa Maria, onde o bando teria adquirido empresas e as usado como fachada para golpes contra indústrias e bancos. O homem apontado como líder da quadrilha e mais nove integrantes do grupo devem ser indiciados por estelionato e formação de quadrilha. Nenhum dos investigados teve a prisão decretada pela Justiça.

O delegado André Diefenbach, titular da 3ª Delegacia de Polícia Civil de Santa Maria (3ª DP), explica que o golpe consistia em adquirir empresas fora de atividade, mas com o Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) ativo. Depois, o documento era transferido para o nome de outras pessoas, e, após passar por cinco ou seis “laranjas” do grupo, a quadrilha fazia compras e empréstimos bancários com a alegação de necessidade de capital de giro. Entretanto, nem os empréstimos ou as mercadorias eram pagas.

Mercadorias compradas eram levadas para Serra

Segundo o delegado André Diefenbach, a quadrilha adquiriu três empresas em Santa Maria e começou a aplicar os golpes.

– As mercadorias eram adquiridas em indústrias do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e São Paulo. Eram remetidas para Santa Maria e levadas para Farroupilha.

Na Serra, de acordo com a polícia, as mercadorias eram transportadas para a agropecuária do homem apontado como chefe do bando. O morador de Farroupilha utilizaria a empresa como fachada para revender os produtos. Na manhã de ontem, agentes apreenderam ferramentas, artigos esportivos e calçados na agropecuária. Policiais também lacraram uma garagem na casa do suposto líder do grupo. O espaço funcionaria como um depósito da quadrilha. Em Erval Grande, agentes recolheram calçados, cigarros e DVD de um homem que teria ligação com o suposto chefe do bando.

De acordo com o delegado Mário Mombach, de Farroupilha, o homem é investigado ainda por dar apoio logístico a uma quadrilha de assaltantes.

domingo, 1 de abril de 2012

COMO PREVENIR FRAUDE E ADULTERAÇÃO COM COMBUSTÍVEIS



Fraudes e Adulterações de Combustíveis e Bombas - LORENZO BUSATO, http://lorenzobusato.blogspot.com.br, 16/01/2012


Todos pudemos ver no Fantástico e as repetições no Jornal Nacional e nos Estaduais.

O "controle remoto" instalado a R$ 5.000,00 por bico nas bombas de diversos postos de combustíveis em Curitiba e São Paulo fraudava o volume mostrado na bomba (que o cliente pagou) direcionando por uma válvula de retorno parte deste combustível para o tanque do posto.

Além do crime contra o consumidor, estes postos tem que adulterar sua documentação de controle de estoque (LMC=Livro de Movimentação de Combustíveis), fraude provavelmente feita pelo mesmo "fornecedor" do tal sistema de controle remoto.

Como consultor do ramo eu comento alguns detalhes:

- A fraude foi feita em postos de cidades grandes, aonde você nunca vê o dono do posto e nem sabe quem é, muito menos se o combustível é de procedência;

- Se a fraude está sendo feita desta forma, imagine então se os combustíveis destes postos são mesmo das bandeiras que eles ostentam nas bombas e no posto;

- Sem ir muito longe, imagine então a qualidade dos combustíveis comercializados.

RESUMO: UMA VEZ LADRÃO, SEMPRE LADRÃO, PREVINA-SE!!!

RECOMENDAÇÕES:

- Abasteça nos postos que você conhece as pessoas, os frentistas, os donos;
- Procure sempre abastecer no mesmo posto;

- Verifique: bandeira do posto (companhia distribuidora), aparência (postos mal conservados normalmente denunciam má qualidade também dos produtos), participação do posto em programas das companhias (km de vantagens, sorteios, etc), normalmente postos com bandeira de empresa conhecida que não estão participando é por que a companhia já os descredenciou e não acompanha a qualidade dos produtos;

- Calcule a média de consumo do seu veículo com frequência, qualquer sinal de baixo desempenho pode indicar adulteração de combustíveis ou da bomba onde você abastece;

- Exija o teste obrigatório de qualidade dos combustíveis, se o posto se negar a fazer, não tiver equipamentos para tal, disser que não sabe como fazer... Vá para a polícia e registre uma queixa, acesso o site da ANP ( http://www.anp.gov.br ) e faça sua denúncia, exerça sua cidadania!!! E preserve seu bolso e seu veículo!!!

PROGRAMA DESCOBRE SENHAS DO iPHONE E ANDROID

Empresa de segurança demonstra programa para descobrir senha de iPhone e Android. POR RAFAEL CAPANEMA, FOLHA.COM, 28/03/12 - 18:28

Na semana passada, a empresa de segurança sueca Micro Systemation, que tem entre seus clientes a polícia do Reino Unido, publicou o vídeo acima*, em que demonstra seu software XRY, usado para obter informações armazenadas em celulares de criminosos e presos de guerra, por exemplo.

Explorando vulnerabilidades dos sistemas operacionais móveis, o programa é capaz de descobrir a senha de quatro dígitos de um iPhone e até o padrão de desbloqueio de um celular com Android.

Depois de descobrir a senha do aparelho, o XRY “transfere seus dados para um PC, descriptografa-os e exibe informações como a localização GPS do usuário, arquivos, registro de ligações, contatos, mensagens e até um relatório de caracteres digitados”, explica a “Forbes”.

quarta-feira, 28 de março de 2012

SETE INDÍCIOS DE VAGA FURADA NA INTERNET

Sete indícios de que uma vaga anunciada na internet é furada. Saiba como avaliar se oportunidade divulgada na web vale a pena ou é armadilha. O Globo, com informações do Monster.com. 28/03/12 - 11h04

RIO - Está na dúvida se vale a pena se candidatar a uma vaga anunciada na internet? Existem alguns sinais que podem ajudar a descobrir quando o anúncio é bom demais para ser verdade. O site do Monster, gigante de recrutamento on-line, listou sete indícios nos quais os candidatos devem se ligar. Confira quais são:

1. A vaga foi postada há vários meses ou é recolocada no site a toda hora. Muitas vezes, o motivo para que isso aconteça é legítimo: uma empresa pode simplesmente ter várias posições similares para preencher, ou então pode estar recrutando para cargos com alto índice de turn-over, como empregos sazonais na área de eventos. Mas, se não for o caso, pode ser um sinal de que a empresa colocou a vaga em espera ou que os altos índices de turn-over sejam uma razão para se preocupar. E, muitas vezes, empresas anunciam uma vaga on-line apenas para receber currículos e coletar informações sobre condições salariais no mercado. Mas também pode ser que o empregador esteja apenas aguardando pelo candidato ideal - que pode ser você.

2. O post diz que o nome da empresa é “confidencial”. É bom se questionar sobre as razões que levam esse tipo de informação a aparecer no anúncio de uma oportunidade de emprego. Será que essa vaga está realmente aberta? Será que uma agência de seleção está recrutando informação sem a autorização da empresa em questão? Talvez não haja motivos para se preocupar, mas um anúncio que não divulga o nome da empresa que está selecionando dificulta a pesquisa sobre a empresa e a adequação do seu currículo.

3. O anúncio on-line pede que o currículo seja enviado por fax. Esse é um indício claro de que a empresa não está atualizada com os novos tempos. Mas é possível também que seja uma forma de testar as habilidade do candidato de seguir instruções.

4. O anúncio contém frases como “o candidato deve ser extremamente dedicado ao trabalho” e “deve ser capaz de lidar com altos níveis de estresse”. A habilidade de trabalhar bastante não deveria constar como pré-requisito para uma vaga. Então, quando isso acontece, é um sinal de que a posição deve exigir demais do candidato. É claro que esse tipo de ambiente de trabalho é adequado e desafiador para muitos trabalhadores. Porém, se uma empresa, ao anunciar a oportunidade, opta por focar na dificuldade do cargo em vez de vender a organização como um bom lugar para se trabalhar, é um indício de que qualidade de vida do colaborador não deve ser uma prioridade nesse ambiente de trabalho. Sendo assim, cabe ao candidato decidir se quer se candidatar a uma vaga como essa.

5. Salários podem chegar a até R$ 500 mil por ano. Quando um anúncio de uma vaga informa que os rendimentos pode ser de “até” determinado valor, é um indício de que o emprego é remunerado por comissão. O mesmo vale para aqueles anúncios que alardeiam: “Seja o seu próprio chefe”. Trata-se, novamente, de saber se quer se candidatar a uma vaga assim. De qualquer forma, o ideal é perguntar ao recrutador sobre o salário mensal fixo e sobre a média de rendimentos.

6. Candidatos aprovados deverão trabalhar de graça ou recebendo menos que um salário mínimo durante o período de experiência. Testes antes de uma contratação são práticas comuns. É legítimo que uma empresa na qual o trabalho será de escrever textos publicitários, por exemplo, solicite que o candidato produza um exemplar como parte do processo seletivo. Porém, exigências para trabalhar de graça ou ganhando menos no período de experiência indicam a falta de comprometimento legal por parte da empresa.

7. O formulário de candidatura solicita informações confidenciais. Nenhuma empresa precisa de dados como CPF e conta bancária antes de a contratação ser efetivada. Por isso, é recomendado ter cautela quando, antes mesmo da entrevista, a companhia solicita esse tipo de informação.

FACEBOOK - SEU "LIKE" PODE VIRAR DINHEIRO PARA BANDIDOS


Seu ‘like’ no Facebook pode virar dinheiro para criminosos. Site registrado em nome de usuário em Goiânia vendia até 100 mil likes por R$ 3.990. 27 de março de 2012 | 21h35 - Por Murilo Roncolato e Nayara Fraga, RADAR TECNOLÓGICO, O ESTADO DE SÃO PAULO.

Aplicativos como “Veja quem te visitou” ou “Mude a cor do seu perfil” não são apenas brincadeiras desagradáveis de algum hacker que quer se divertir. Eles servem também para um esquema fraudulento de venda de “curtidas” (ou “likes”) a empresas ansiosas por audiência no Facebook.

Uma investigação feita por Fábio Assolini, analista da Kaspersky Lab e integrante do Grupo de Análise e Resposta a Incidentes de Segurança (Aris), revela que cibercriminosos brasileiros vendem pacotes de “curtidas” que variam de R$ 50, para mil “likes”, a R$ 3.990, para 100 mil “likes”.

“Uma maneira rápida e fácil, adquira cem mil curtidas em sua fan page no Facebook. Compre este plano, escolha a melhor forma de pagamento que desejar”, diz o site que comanda o negócio – encontrado sob os domínios hxxp://publicidadesonline.com e hxxp://publicidadesonline.net. Eles foram retirados do ar após Assolini comentar o comércio de “likes” em um blog.

De fato, a companhia que compra o serviço consegue movimentar o seu perfil na rede social. Mas o que ela pode não saber é que isso é feito às custas de usuários infectados por aplicativos do tipo “Mude a cor do seu perfil” — gente que não necessariamente admira a marca “curtida” ou que até acaba ficando com raiva da empresa por ver seu rosto exposto onde ela nunca pensou em estar.

O esquema, que promete também milhares de seguidores no Twitter, é totalmente brasileiro, segundo o analista da Kaspersky. Um dos sites estava registrado em nome de um usuário localizado em Goiânia.

Involuntariamente. Para tomar conta de um perfil no Facebook, os cibercriminosos geralmente criam aplicativos falsos com motes apelativos para atrair usuários e convencê-los a baixar o que, na verdade, é uma porta para um malware (software usado para fins criminosos).

A pessoa, sem saber, está instalando um plug-in no navegador (Firefox ou Chrome) que roubará o seu nome de usuário e senha, não importa quantas vezes eles forem trocados.

A menos que o plug-in seja excluído, ele continuará lá como um espião — e com o poder de usar o seu perfil como bem entender. Caso o usuário suspeite ter instalado aplicativos maliciosos ou plug-ins estranhos, é aconselhável verificar as extensões no navegador, segundo Fábio Assolini.

O analista alerta que é provável que o plug-in esteja disfarçado de Adobe Flash Player, por exemplo, um dos mais populares na web e usado como isca em outros ataques virtuais. Essa extensão força o usuário acessar o Facebook por um domínio não-seguro que começa com http:// em vez de https://, que representa o site seguro.

Quando isso ocorrer, é preciso excluir o plug-in malicioso do navegador. Veja como:

No Mozilla Firefox, vá em Ferramentas > Complementos > Extensões. No Chrome, vá em Ferramentas > Extensões. Procure pelos últimos plug-ins instalados.

Popular. Especialistas dizem que o Facebook, hoje com mais de 36,1 milhões de brasileiros, costuma ser eficiente na exclusão de aplicativos cuja intenção é espalhar vírus pela rede. Mas, apesar dos esforços, a empresa diz ser necessária a colaboração do usuário. “Em caso de dúvida, confirme antes com seu amigo se aquela mensagem ou post é segura”, disse a empresa em uma de suas campanhas.

segunda-feira, 19 de março de 2012

FRAUDE DE R$ 15 MILHÕES NA LOCAÇÃO DE BANHEIROS QUÍMICOS


Fraude de R$ 15 milhões. Ministério Público combate cartel na locação de banheiros químicos no RS e em SC. Cerca de 3 mil banheiros foram locados de forma irregular por empresas que forjavam disputas em licitações. Cid Martins - RÁDIO GAÚCHA, ZERO HORA ONLINE, 19/03/2012 | 11h50

Foi deflagrada nesta segunda-feira uma operação do Ministério Público no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina para combater um cartel na locação de banheiros químicos.
Quatro empresas forjavam disputas na licitação, apesar de todas pertencerem ao mesmo grupo. Elas devem ser investigadas por corrupção ativa e passiva, fraude em licitação e formação de cartel.

Ao todo, cerca de 3 mil banheiros foram locados de forma irregular em uma fraude superior a R$ 15 milhões. Entre os eventos que tiveram a locação irregular estão a Expointer, em Esteio, a Festa da Uva, em Caxias, o Acampamento Farroupilha, em Porto Alegre, e a Festa do Pinhão, em Lages.

Segundo o promotor Ricardo Herbstrith, cada banheiro químico custava cerca de R$ 55 nas cidades onde ocorreu a fraude. Em municípios vizinhos, por exemplo, a diária não chegava a R$ 25.

A principal ação é realizada em Caxias do Sul, na serra gaúcha. A polícia foi acionada para cumprir cinco mandados de busca e apreensão também em Canoas e Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, e em Palhoça e Criciúma, em Santa Catarina.

Com o apoio do Tribunal de Contas, o MP investiga a participação de funcionários públicos em 12 prefeituras do RS e em três prefeituras de SC.